A tarja rosa

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Imagens que falam

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Um vídeo começou a ser espalhado na internet há mais ou menos uma semana e já foi visto por mais de 4 milhões de pessoas. E até há alguns dias atrás, não se sabia se era um viral publicitário ou apenas um apelo por atenção para mais um caso de violência contra a mulher.

No filme, intitulado “Uma foto por dia no pior ano da minha vida”, uma mulher se fotografa a cada dia de seu ano, e em algumas fotos ela está machucada, logo de cara ele mexe com quem vê e se transforma num pedido de socorro. No final do vídeo, a mulher segura um cartaz onde está escrito em croata que se trata de uma campanha contra a violência doméstica às mulheres.

O post publicado por mim no dia internacional da mulher dá uma ideia de como a violência contra a mulher é um doença grave e sem previsão de cura na sociedade.

Isso não é “privilégio” do Brasil, na Croácia, a violência doméstica piorou ainda mais depois do fim da guerra da Bósnia (1995), que detonou aumento de casos de alcoolismo, desemprego e uso de drogas pelos homens. Aproximadamente 41% da população feminina diz já sofreu algum tipo de violência.

Sempre vale a pena fazer mais um movimento para mobilizar a opinião pública mundial, a respeito de um problema quase tão velho quanto a humanidade.

Leia mais aqui, e aqui.

Veja o vídeo:

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Autor: Giseli

Giseli Miliozi, jornalista, blogueira, maquiadora e artista. Escreve há bom tempo sobre o universo feminino, moda e comportamento. Adora Star Wars e De Volta para O Futuro e os anos 80. Acredita na máxima: "Estressada, deprimida, ok, mal vestida e sem batom, nunca!"

Um pensamento sobre “Imagens que falam

  1. Todas as iniciativas que denunciem a violencia contra a mulher devem ser enaltecidas e compartilhadas.
    Fui vizinha nos anos 80 de um marido que espancava a esposa diariamente e quando chamavamos a policia ela dizia que nao era nada, que era a tv. Seus filhos de 9 e 11 anos esmurravam nossa porta pedindo socorro e meu marido os atendia, amparava-os, mas quando a policia chegada a mulher dizia tratar-se de um engano, e claro os meninos apanhavam tambem do pai.
    Pois bem, morei nesse predio 36 anos, e nos anos 2000 quem espancava a esposa nao era mais o pai, e sim o filho recém casado. Varias vezes chamamos a policia, e a nora, como a sogra, dizia tratar-se de um engano… a mesma desculpa da sogra, a mesma violencia do pai. Ate que ele quase a matou e os parentes a tiraram de casa…
    Concluindo, vamos defender a mulher que sofre de violencia, mas elas tambem tem que ter o apoio necessario para denunciar, se proteger e dar valor a sua vida.

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